Bem-estar da Mulher

Adotar hábitos saudáveis é a chave para ter uma boa saúde, tanto física como psicológica. Evitar o tabaco, fazer exames periódicos e promover uma atitude positiva e altruísta são algumas práticas que contribuem para o bem-estar da mulher.
Cuidar da alimentação contribui para um maior bem-estar da mulher

 

Cuidar da alimentação e praticar exercício físico de forma regular são dois pilares básicos para a saúde da mulher e para a prevenção de várias doenças, que resultam muitas vezes da combinação de diversos fatores de risco. Alguns desses fatores são o excesso de peso, uma alimentação pouco variada e com excesso de gordura, níveis elevados de colesterol ou diabetes, o tabaco e o sedentarismo.
A conjugação de alguns destes fatores contribui frequentemente para a redução do bem-estar da mulher, podendo também estar na origem dos processos de degeneração cerebral.

 

Conselhos para melhorar o bem-estar feminino

 

Para cuidar da sua saúde física e psicológica, é importante que cada mulher adote alguns hábitos benéficos para o seu organismo:

  • Manter uma dieta equilibrada, incluindo na alimentação diária alimentos como as frutas e as verduras.
  • Consumir alimentos ricos em ómega 3, o EPA e o DHA, que contribuem para o normal funcionamento do coração.
  • Consumir produtos lácteos diariamente, para assegurar a ingestão de cálcio e vitamina D que contribuem para a manutenção de ossos normais.
  • Fazer cinco refeições por dia, se possível sempre à mesma hora.
  • Vigiar a pressão arterial.
  • Consultar o médico e fazer check-ups regulares, sobretudo a partir dos 40 anos.
  • Deixar de fumar.
  • Caminhar pelo menos 30 minutos por dia.
  • Fazer exercício ao ar livre, para aproveitar a exposição ao sol.
  • Dormir 7 a 8 horas por dia.
  • Tentar abstrair-se das preocupações no momento de se deitar.
  • Ter tempo para si própria e ter atitudes positivas.

 

Família e trabalho: dois fatores que influenciam o bem-estar da mulher

São diversos os fatores que determinam o bem-estar feminino, sendo um dos mais comuns a conciliação entre o trabalho e a maternidade.

 

As exigências quotidianas destes dois papéis são muitas vezes exacerbadas pela mulher, que se sente por vezes aquém das suas próprias expetativas. Na tentativa de conciliar estes dois mundos, a mulher lida muitas vezes com um sentimento de culpa: por um lado, sente-se culpada por não estar tanto tempo com os filhos como gostaria; por outro lado, lida com a culpa por achar que deveria dedicar-se mais ao trabalho. Este aspeto nota-se principalmente nas mulheres demasiado exigentes consigo próprias.

 

E isto pode ter um impacto menos positivo na sua vida e no seu bem-estar, contribuindo para estados de ansiedade, stress e mesmo angústia e depressão.

 

Neste processo difícil, mas não impossível, de conciliação da vida profissional com a familiar, o segredo é encontrar o ponto de equilíbrio, de modo a eliminar este sentimento de insatisfação permanente. Tente focar-se na qualidade e não na quantidade de tempo que dedica a estas duas vertentes fundamentais da sua vida. Desta forma conseguirá tirar o máximo proveito tanto das horas que passa com a família, como do tempo que passa a trabalhar.

 

 

Fonte: Cofina media